Afinal, por que os custos com saúde são tão altos?

12 de setembro de 2017

Seguro

O bem-estar da própria família sempre é uma das prioridades ao considerar o orçamento doméstico. Até mesmo porque tudo vale a pena para manter as pessoas amadas nas melhores condições, não é mesmo?

Ter uma rotina saudável, aliás, deve ser primordial para qualquer um. Contudo, os custos com saúde têm se mostrado cada vez mais altos e feito com que muitos repensem a forma de se cuidar. 

Se você tem curiosidade sobre o tema e deseja entender um pouco mais a respeito da alta nos preços, continue lendo o post!

É realmente necessário ter custos com saúde?

Primeiramente, é oportuno dizer que o direito à assistência à saúde é universal. No Brasil, temos o SUS (Sistema Único de Saúde), que é uma espécie de “plano” público. Contudo, ele muitas vezes não consegue fornecer um atendimento adequado para todos. Assim, algumas pessoas optam por buscar mais comodidade nos planos particulares. 

Manter os cuidados com a sua vida e de seus familiares vai além de aderir um ou outro plano de saúde. Afinal, os gastos com hospital e remédios em emergências, muitas vezes, fogem do esperado e acabam causando um furo na conta bancária ao fim do mês.

No entanto, trata-se de um custo imprescindível, que interfere diretamente na qualidade de vida. Por isso, ele deve ser considerado como uma prioridade e sua relação perante os outros gastos deve ser tratada como tal. 

Por que eles são tão altos?

Depois de se certificar da necessidade de viver mais seguro e com a saúde em dia, você provavelmente pensa: “Poxa, mas por que é tão caro?”.

Em um vídeo publicado no site da FenaSaúde (Federação da Saúde Suplementar), a presidente da instituição, Solange Beatriz Palheiros Mendes, ajuda a entender o porquê dos preços elevados: “Muito se fala sobre a sustentabilidade da saúde suplementar no Brasil; que as mensalidades aumentam acima dos índices de inflação (…). O que pouca gente entende é que esse setor tem enormes desafios (…) uma vez que o custo assistencial sobe à medida que envelhecemos e passamos a utilizar mais o sistema”.

Ou seja, a alta de serviços como planos de saúde e afins está intimamente associada aos valores envolvidos para manter seu bom funcionamento. Há, ainda, um índice que regulamenta todas estas operações: o VCMH (Variação de Custos Médico-Hospitalares).

Resumindo, os fatores que ajudam a explicar os custos são:

  • aumento da expectativa de vida;
  • particularidades financeiras do setor;
  • custos com tecnologias para melhorar o atendimento.

Há, porém, quem apresente argumentos contrários. Esta matéria do jornal El País, por exemplo, debate a questão a partir de outra perspectiva ao comparar os reajustes à inflação anual. 

Como lidar com os custos de saúde?

Alguns componentes que geram esses preços altos fogem do controle do cidadão de bem, que paga pelo serviço. Ainda assim, é possível reduzi-los.

Uma matéria publicada na revista Exame cita que cerca de 30% dos procedimentos realizados em hospitais não são realmente necessários. Ou seja, se houvesse uma maior conscientização por parte das empresas, operadoras e seguradoras, o uso dos planos poderia ser mais comedido e, consequentemente, menos caro. 

Outra alternativa: as empresas dariam um incentivo financeiro para os clientes que usam pouco os seus planos. Seria uma maneira de ressarci-los e diminuir o custo geral. 

Infelizmente, não há como não ter custos com saúde. Eles são indispensáveis e possibilitam a longevidade e a alegria plena de viver.

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