Como saber se estou bem protegido pelo meu seguro de vida?

15 de setembro de 2017

Seguro

Contratar um seguro de vida significa assegurar o bem-estar de seus dependentes em caso de acidentes ou outras anormalidades. Desse modo, sua família terá algum tempo para reorganizar as finanças sem passar por necessidades.

Para que isso esteja garantido, é necessário saber se o seu seguro de vida é realmente bom. Então, confira algumas características que não podem faltar!

Quais coberturas não podem faltar?

A cobertura integral em caso de morte natural e acidental são os dois tipos de cobertura principais e mais básicos de um seguro de vida. Mas é também bastante comum a cobertura adicional de casos como invalidez permanente por acidente, morte do cônjuge, invalidez total por acidente do cônjuge, invalidez por doença funcional e doenças graves.

A avaliação a respeito de quais coberturas adicionais são necessárias para o seu plano depende de quais riscos você está exposto. Nesse sentido, é interessante a conversa com profissionais da área que podem orientar na escolha do melhor produto. Assim, você não contrata coberturas que nunca vai usar.

Vale dizer também que essas coberturas podem ser contratadas juntas ou separadamente. Ou seja, é possível contratar seguro com cobertura específica para determinada ocorrência — por exemplo, um seguro para situação em que se descobre doença grave.

Quais são os riscos que não estão inclusos na indenização?

No momento de assinatura do contrato, não deixe de conferir as situações que não serão indenizadas. De maneira geral, essas situações costumam estar nos contratos como riscos excluídos. Entre elas, as principais são:

  • atos e operação de guerra, rebelião e tumultos;
  • doenças existentes antes da contratação do seguro e que não foram informadas à seguradora pela declaração de saúde;
  • suicídio que ocorra durante o período de carência;
  • prática de atos que aumentem o risco segurado;
  • lesões causadas por esforços repetitivos, lesões por trauma continuado e outros.

Contudo, a lei obriga a seguradora a fazer o pagamento quando a morte ou incapacidade seja resultado do uso de transporte mais arriscado, pela prestação de serviço militar, pela prática de esporte ou por atos de humanidade em ajuda a outras pessoas.

Quanto tempo de renda o seguro de vida deve cobrir?

É importante levar em consideração por quanto tempo sua família dependerá da contribuição do seguro para a reorganização financeira. Isso significa dizer que em um ou dois anos é difícil se recolocar profissionalmente ou quitar todas as dívidas e diminuir a quantidade de gastos, por exemplo.

Pensando nessas condições, a recomendação é de que seja garantido o tempo mínimo equivalente à renda de 5 anos. Dentro desse período, é mais provável a reorganização das contas da família.

Para concluir, vale lembrar que quanto mais cedo começar a pagar o seguro, mais barato o prêmio. E, como a indenização máxima corresponde ao montante pago, é preciso fazer as contas para conseguir achar o plano que melhor atenda às suas necessidades.

Gostou das nossas dicas? Ficou alguma dúvida sobre o seguro de vida? Então, deixe um comentário neste texto e compartilhe conosco a sua opinião e as suas experiências sobre o assunto!

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